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Capítulo I - Dias Chuvosos


                Uma coisa que eu sempre achei curiosa é como o céu de Haialifax esta sempre lindo, é difícil você ver esse céu totalmente cinza, por isso é um mau agouro quando nossa cidade é coberta por trovões fora da época chuvosa. A capital de Södr não precisa que a chuva mantenha seus portos e seus comércios funcionando, mas com certeza, quando a época das águas chega, nós somos mais felizes.
                Eram exatamente meio dia do dia 13 de Julho, três meses antes da declaração oficial de guerra, era um dia cinza, péssimo para começar negociações. Era esperada a carruagem do Rei Fernand III, recém empossado do trono de Germânia, um senhor já de idade, usava vestes nobres, vermelhas com detalhes dourados que desenhavam um Tigre germano em seu peito. Sua barba branca o dava um ar de simpatia, mas seus olhos negros como a noite sem estrelas o empregavam um ar misterioso, até mesmo sombrio e dissimulado. Assumiu o trono após a morte de seu irmão mais velho, Pétrio I. Eu estava em pé ao lado esquerdo do trono de meu pai. Ele o esperava quieto, com as mãos um pouco trêmulas. A verdade é que meu pai nunca gostara de Fernand III, nem mesmo quedo era Pétrio o rei das terras ao sul de Södr.
                - Filho, você esta prestes a conhecer o homem que transformará a Grande Germânia em Ruínas...
                - Por que diz isso?
                Meu pai me encarou, hoje ele usava sua toga azul e prata, era sua favorita, mas ele só a colocava quando sabia que iria precisar de toda a sorte que conseguisse.
                - Os olhos daquele homem são de um negro profundo, não como os de sua mãe, mas são de um escuro que lêem a sua alma de forma a subjugá-la.
                - Você dizia que mamãe conseguia ler sua alma, mas dizia de forma boa.
                - Sua mãe confortava minha alma...
Minha mãe, Julienne Grant deValliére, fora a única mulher que conseguiu conquistar meu pai. O rei Alecssander, pode apresentar fisicamente uma expressão confiável ou até mesmo fiel, suas maçãs salientes e o formato quadrado do seu rosto, com a barba negra sempre por fazer e o cabelo muito bem penteado em todas as ocasiões o tranformavam em um verdadeiro galã, mas a única mulher a quem ele foi fiel, fora minha mãe.
                - Sinto falta dela.
                - Todos nós sentimos.
As pessoas começaram a fofocar, era possível avistar a carruagem espalhafatosa que trazia o rei e o príncipe germânios. Era feita de madeira com detalhes minuciosos, alguns tigres foram feitos a ouro e presos em quatro colunas que davam uma aparência de templo à carruagem, era coberta por vários panos vermelhos, exalavam riqueza e poder, na sua base havia um babado muito curioso, era um pano branco com pinturas dos grandes feitos do povo Germânio. Os homens a carregavam com dificuldade, os cavalos foram deixados de lado para representar a dominação que o rei Fernand tinha sobre sua população, coisa que Pétrio não prezava e era por isso que meu pai era tão aliado ao antigo rei.
- É curioso... – Iniciei em um tom de voz baixo – Como eles são espalhafatosos.
- Pétrio odiava isso, ele vinha sempre em seu cavalo com alguns homens o escoltando.
- Quando os próximos convidados irão chegar?
- O rei de Krensbaärd chegará amanhã, e o rei de Telofus atracará em nosso porto hoje no meio da tarde.
- Então somos somente nós e os germânios durante algumas horas.
- Exatamente como planejei.

Amperia - Prólogo


Pessoal, eu em meus momentos de devaneios eu me perco em uma mente complexa e cheia de pensamentos inúteis... E dessa mente surgiu uma nova história, essa será uma que pretendo dar continuidade, é minha e não em conjunto como era a do Rodrigo ( que apropósito, tem 300 páginas manuscritas =X). Ainda não coloquei um título, e ela tem um mapa para que você entendam melhor o que acontece na história, mas só vou postar o mapa quando conseguir scaneá-lo.

 – Prólogo.


                Os olhos marejados de meu pai encaram o céu noturno e limpo de Haialifax, suas íris de um profundo azul desapareceram em uma longa piscada de suas pálpebras cansadas.
                Ele respirou fundo e sentiu o peso de seu reinado pouco diplomático cair sobre seus velhos ombros.
                - A Aliança Externa-Amperial declarou guerra...
                Falou baixo, porém de forma que todos os presentes pudessem ouvir.
                A decepção e a tristeza eram presentes em seu tom de voz. Perto do fim de seu reinado, uma crise, não... Pior... Uma guerra com os históricos aliados do reino de Södr.
                O Palácio Real do reino e das dependências coloniais de Södr fora jogado em desgraça. Uma cena de terror e melancolia tomaram conta dos rostos dos cidadãos que acompanhavam a leitura da mensagem vinda do reino da Germânia.
                - “Devido ao comportamento condenável da Guarda Real do Reino de Södr  e suas Dependências ao promover a morte do primogênito e único filho homem de Fernand III, Rei da Grande Germânia,  os reinos externos, Telofus e Germânia, estabeleceram assim, a ‘Aliança Externa-Amperial’, que visa a destruição da prepotência e arrogância dos reinos centrais, e por isso, oficialmente, declara Guerra ao reino de Södr e seus Aliados.
Ferdinand III”
                As lágrimas caíram dos rostos femininos e delicados das mulheres Södirianas, as preces para os Deuses e a promessa de manter seus filhos em segurança era a única coisa que lhes restava nesse momento.
                - Vamos destruir esses porcos imundos!!! – Gritara um homem em meio à multidão – Isso mesmo, esses Germânios vão ter exatamente o que sempre sonharam! Uma lança de Södr em seus traseiros enormes!!
                Uma sequência de gritos de apoio vieram logo em seguida. Os homens estavam prontos para lutar, as mulheres prontas para proteger nossas cidades, e o rei... O rei pronto para ficar pronto... Meu pai, Rei e adorado por todos era detentor de muito respeito, talvez fosse o monarca mais respeitado da história de nosso reino, e esse respeito fora provado quando ele, ao levantar a mão esquerda em um pedido de silencio, foi obedecido imediatamente.
                - Eu, Alecssander Därgard Telfus deVallière, rei Alecssander I, declaro, oficialmente, estado de guerra contra os reinados de Telofus e Germânia, a atual Aliança Externa-Amperial. – Os homens comemoraram em coro. – Todos os homens, maiores de 17 anos devem pegar seus cavalos e seguirem para o portão sudeste, em direção à cidade de Stärn, para receberem seus devidos treinamentos.

                E eu, príncipe Damien Därgard Telfus Grant deValliére, contar-lhes-ei a história de como meu reino foi sabotado e forçado a participar da maior guerra que o Continente Amperial já presenciou.

Por que crescer... Nem sempre é o melhor...

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Pois é pessoal, finalmente eu tenho minha vida de volta e estou ressuscitando novamente esse blog falido, por que eu sou uma pessoa que gosta de trazer de volta o passado, e como esse blog me trouxe alguns bons momentos, resolvi voltar para vocês.
                Hoje eu não sou mais um simples estudante de Ensino Médio da Capital Federal do Brasil, agora eu sou um estudante de Direito, isso mesmo, estou virando gente grande... E é sobre isso que quero falar hoje... Crescer.
Outro dia me perguntaram de sacanagem “Oras, você nunca teve infância? Como assim você nunca assistiu à esse desenho?”
Foi então que em meus conflitos intelectuais comecei a perpetuar em minha mente uma espécie de pensamentos, comecei a discutir comigo mesmo em intermináveis diálogos esse indagação que eu tanto já ouvi. Isso começou por conta da resposta que dei para o amigo que me indagou.
“- Não é que eu não tive infância... Eu tenho infância”.
Por que eu tenho que dizer “É claro que eu TIVE infância?” quando nunca se é tarde de mais para ser criança? Um dia desses, nas férias de janeiro, me peguei no balanço de um parquinho daqui das quadras de Brasília, um menino de 18 anos fazendo isso aqui é incrivelmente normal, mas para mim, que estou vivendo em um conflito psicológico intenso todos os dias da minha vida, é uma atitude digna de ponderação.
            Na minha oitava série eu tinha uma amiga que usava uma mochila rosa da Moranguinho (se não me engano), e quando a vi pela primeira vez pensei “Essa menina deve ser mais criança que eu e todos os meus amigos juntos”, mas na verdade, percebi que ela era muito mais madura do que toda a minha escola junta, e isso me ocorreu no momento em que ela olhou para mim e disse “Não estou pronta para virar uma mulher”. Recentemente essa minha amiga veio me procurar e falar de seu primeiro beijo, com 16 anos... E isso não é vergonha e não é por falta de boa aparência. Ela é linda e alta, mas procurou por alguém verdadeiro para se entregar pela primeira vez, e esse ato me emocionou, não pela simbologia, mas pela maturidade dela. Com certeza ela não ligava quando as pessoas a chamavam de criancinha ou a sacaneavam por ela ser “BV”, e hoje, eu entendo, o tanto que foi difícil largar a infância... Então por que largá-la? Nós podemos ser penalmente imputáveis, responsáveis por nós mesmos, independentes financeiramente, bons motoristas, bons de sexo, e tudo mais, sem deixar de lado nossos heróis e nossos simbólicos amigos de infância... O crescimento e o amadurecimento mental vem de acordo com a sua preparação e aceitação para certas coisas da vida... Não precisamos deixar de brincar por que as pessoas vêem isso como um ato de infantilidade...

                Esse post foi principalmente para meus leitores que ainda se prendem à infância... Não a largue e não a deixe ir... Apenas a evolua, cada vez mais.

Temas polêmicos + Falta de Criativdade = Post Revoltado.

          Bom meus devassos favoritos, eu pretendia fazer um post away e sem nada de especial hoje, como o anterior, colocando umas imagens legais e umas piadinhas. Ao invés disso, eu resolvi colocar um tema em pauta. É bom que vocês comentam quando veem algo assim.
                       Pena de Morte - O Brasil está ou não preparado? Funciona?
          Para aqueles que não sabem, o Brasil possui, hoje, descrita na constituição de 1988 a Pena de Morte para crimes militares e em tempos de guerra.
          Tirando o fato de o Brasil ter a pena de morte para um tipo determinado e somente esse tipo de crime, qual é o posicionamento dos leitores? Eu vou colocar o meu aqui e você digam o que pensam.
          Eu, o Devasso aqui (isso mesmo, com "D" maiúsculo) pensa que o Brasil não tem autoridade sobre sua população, e que a pena de morte seria um meio de retomá-la. Tomemos como exemplo os países islâmicos radicais como o persa iraniano, a mulher é condenada à pena de morte pois comete adultério, a população é ciente de que o adultério é errado, o povo iraniano está inserido em uma sociedade que, perante os modelos ocidentais, é extremista e pouco liberal, muito bem, o que eu quero dizer com isso... O Povo Iraniano, ciente de sua posição em relação à soberania e autoridade do Estado tem noção de que, se foram contra o pregado em sua cultura, serão condenado à pena de morte.
          O jeito que eu expus ali pode parecer meio "O Príncipe", quando o que eu quero dizer que, é melhor ser temido e respeitado do que amado e enganado. Pois bem, o nosso Brasil amado e enganado não está preparado para retomar sua autoridade por meio da pena de morte. Meter medo na população é eficiente, porém meter bala em inocentes é errado.
          Quando olhamos as pesquises feitas em diversos Estados norte-americanos em que a pena de morte é legal, vemos que, o índice de criminalidade permanece o mesmo, PORÉM, o índice de estupros, assassinatos em série, ou crimes que afetam a vida humana em si, esses sim reduziram.
          Eu realmente prefiro que os pedófilos, estupradores, assassinos em série e traficantes sejam tratados como verdadeiros terroristas, por que eles não são nada além disso, se juntarmos o número de traumas que todos esses fizeram juntos à várias famílias, com certeza, ultrapassa os próprios atentados horrendos terroristas.
          O Governo não tem que negociar com traficantes por que vai sediar um evento internacional, tem que MATAR. Eu sou extremamente contra qualquer tipo de ofensa à vida humana e desrespeito aos seus direitos, mas se o governo precisa passar por cima de alguns deles para garantir a segurança e o bem-estar dos demais, eu sou à favor. Depois de um amadurecimentos dos poderes brasileiros. Começando pelo Legislativo, pelos políticos que deveriam escrever leis ao nosso benefício, mas ao invés disso fazem leis em benefício próprio.
          Bom devassos, comentem, por favor. Eu me sinto gostoso hot sexie lembrado quando comentam e me ajudam a incrementar o blog =D
Até a próxima!!


Música: No - Shakira. Prestem bem atenção na letra desse música, eu a ouvia enquanto escrevi esse post, é uma letra para se pensar.

O YouTube é uma das melhores invenções da Terra. (Para os desocupados)

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         Bom pessoal, por falta do que postar de tempo eu resolvi colocar alguns videos bem legais aqui, os dois primeiros são para os que, como eu, enfrentam as ffebres dos vestibulandos... Isso ai, to ajudando os conorrentes! Olha como sou uma pessoa boa!!
         Criei um Twitter pro blog! Até agora tem 2 seguidores! E um deles sou eu =X Então quem tiver afim, dá uma ajudinha! Quem gosta do blog d auma divulgadinha e quem gosta de mim dá a bundinha faz um comentáriozinho!Para seguir o Twitter do Devaneios é só cliclar ali do lado em "Follow", ou pesquisar por DvaneiosDvassos. Isso mesmo, sem "e".

"Gaiola das Cabeçudas": Assimstam até o final, é um funk cultural! (To até rimando!!).



"Lady Plantae - Angiospermas". Sério, se pagassem para fazer vídeos assim eu ficaria rico fácil fácil. Sim, a Lady GaGa é um menino (a sósia, não a da vida real), e sim, eu sei, a voz é horrível! Mas é extremamente criativo.



"O Lado bom de ser Gay". RI MTO COM ISSO!


Até o próximo post! =D

Por que eu não consigo pensar com meu cérebro?

          Alô alô devassos e devassas, desculpem novamente pelo atraso nas postagens, acontece que foi uma semana meio corrida, mas quero dizer que já deixei alguns posts prontos para caso algo dê errado.


         Vou começar a postar com alguns intervalos maiores e não todos os dias, ok? Mas fiquem sempre atentos e COMENTEM! Comentários aumentam minha auto-estima e me dão vontade de escrever!

          Trago para você o inédito Capítulo V, uma parte muito importante na vida de nosso personagem e vocês saberão o por quê.

          Para quem não acompanha a história desde o início, vá no Índice de Capítulos, e procure os capítulos que ainda não leu.



Capítulo V – Por que eu não consigo pensar com meu cérebro?

Eu, Júlia, ambos. 

       - Vamos! Ela disse ao parar o carro.


       - Pode deixar, eu consigo ir sozinho... Disse siando do carro, quando peguei a pasta ela já estava atrás de mim para me segurar.


       - Eu ajudo...


       - Não, tudo bem...


       - Só quero saber se vai ficar bem, você está assim por minha causa!


       - Ok... Disse meio à contra-gosto.


       Ela me acompanhou até a porta, girou a chave e abriu o caminho para mim, fomos até a cozinha, que era estilo americana, então tecnicamente já estávamos nela, me servi de água e deixei a pasta na bancada de mármore negro, quando me virei Nicole estava debruçada do outro lado da bancada me olhando.


       - O que foi? Disse relaxado.


       - Nada não, só estava me perguntando porque você não...


       - O que você estava fazendo no banco até tarde da noite?


       Perguntei antes que ela entrasse no assunto de “Por que não me ligou?”


      - Ah... Eu fiquei por que não tinha nada para fazer hoje...


       - Tem certeza?


       - É...


       Felizmente a sueca não mentia bem, era fácil arrancar as coisas dela.


      - E por que passou na minha sala?

       - Eu sinto falta do seu perfume. - Lancei um olhar cético para ela e abri a geladeira para pegar um gelo saco de gelo.


       Ela lambeu os lábios em uma tentativa forçada de me distrair. Deu um pouco certo pois logo pensei “Deus! Como esqueci que a boca dela era tão grande?”.


       - Vamos, Nicole... Diga-me a verdade.


       - Ok, ok. Eu ia pegar a estátua de bronze que te dei de presente.


       - Por que?


       - Por que eu acho que fica muito brega na sua estante.


       - Tente de novo.


       -Por que era do meu pai. - Ela disse se aproximando.


       - Não me convenceu.


       - Por que ganhei do meu ex. - Ainda mais perto.


       - Não teste minha paciência.


       - Eu ia roubar da sua sala, por que então você viria falar comigo – Ela tocou meu no rosto.


       Franzi as sobrancelhas.


       - Eu ia quebrar seu desktop e a janela também.


       Doida, maluca, insana. Doida, maluca, se concentra Rodrigo. Ma... mãos grandes... loira, doida, sádica... Deus que boca!


       Já podia sentir seu hálito doce, sua boca quase encostada na minha.
       Doida, sádica... Dinheiro, trem, gatinhos atropelados, minha avó pelada, não, Rodrigo, não faça isso...

***

       - Ai!


       - O que foi?


       - Minhas costas machucadas!


       - Tudo bem, calma, isso, pronto, tá melhor?


       - Aham...

***

Merda, Rodrigo! Pensei quando vi aquela loira indo tomar banho.


Escondi o rosto no travesseiro para abafar o grito, mordi com raiva a fronha.


Por que eu não consigo pensar com meu cérebro?!

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Música do DIA! Need You Now – Lady Antebellum. Essa música ficou extremamente popular, mas ainda assim é boa, os dois vocalistas tem uma sintonia quase perfeita, o que deixa a música extremamente audível.

O Brasil é, de longe, o melhor!

             Alô devassos e devassas que se dão ao trabalho de ler meu blog, hoje eu resolvi fazer um post especial, para mim e provavelmente para toda a América do Sul!

              Considerando esse clima de tensão que paira sobre o ar amazônico da Venezuela e da Colômbia, eu resolvi trazer uma coisa sobre isso para o post de hoje. Quem não sabe, Caracas (capital da Venezuela, ou como pode ser chamado o governo venezuelano) cortou relações com Bogotá (capital ou governo da Colômbia) após o diplomata colombiano afirmar que o governo da Venezuela abrigava em seu território mais de 1500 revolucionários das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), e Hugo Chavez (atual presidente da Venezuela) em um ato de diplomacia e compreensão fechou a embaixada colombiana em seu país e movimentou mais tropas para a fronteira Venezuela/Colômbia, cortando assim, todo tipo de relação diplomática restante entre os dois países.


                                                    E se... O Brasil Entrasse Em Guerra...

Bom, podem ter certeza que é pouco que provável que a guerra envolva a Argentina, a não ser que o Brasil enfrente a Argentina na final da Copa de 2014 e ganhe de 4 x 0 provocando assim, a morte por overdose de Diego Maradona. Como esse fato ainda está longe de acontecer, vamos nos preocupar com coisas mais atuais.

Eu vi a cerca de um ano atrás (mas ainda é atual) esse “folder” ou sei lá o que é isso, em um outro blog, não me lembro qual era, mas acho que foi no Arte-Bélica.



               Bom, como vocês podem ver, temos inimigos mais imediatos circundando nossas fronteiras. E um deles é as FARC aushUAHSUhausHSUhs Sério mesmo, o governo tem que fazer alguma coisa quanto à isso, vão deixar Chávez controlar o tráfico na América do Sul? Ou vão mandar toda a inteligência assassinar cada um deles até o fim dessa guerrilha revolucionária? Me desculpem os Bolivarianos de plantão, mas quando se trata da segurança do traseiro do Brasil, eu não me preocupo se são socialistas ou o diabo a quatro, eu só quero poder dormir sem me preocupar que a casa do lado possa estar traficando cocaína.

Espero que tenham gosta do post e COMENTEM! Se é que tem alguém que visita esse blog além de mim u_u.
 
Hj n tem música pq eu acabei de acordar u_u
 
Amanhã tem o Capítulo V! Fiquem ligados!

Índice de Capítulos

Bom devassos e devassas que acompanham a história sem título “publicada” em meu blog, a partir de hoje ela terá um título nada improvisado e sugestivo. Aqui eu lhes postarei o índice dos capítulos de:




“Uma história sem título” Por Júlia V. T. G. e Eduardo C. N. (vulgo devaneiosdevassos)
Capítulo I – Rodrigo.

Capítulo II – O Breu da Demissão.

Capítulo III – Vamos aos Negócios.

Capítulo IV – Como Pude Me Esquecer de Mãos Tão Grandes?
 
Se divirtam com nossos momentos de devaneios.
Em breve o próximo capítulo, neste mesmo canal, nesta mesma hora. Só aqui, no DevaneiosTripolares!

Mãos grandes são sempre melhores.


Pessoal, hoje o post está maior pois tem muitos diálogos, esse é o capítulo quatro, um capítulo sem ação, mas que introduz um pequeno romance pelo qual Rodrigo passará nos próximos parágrafos.
Eu, Júlia.

Capítulo IV – Como pude esquecer mãos tão grandes?
                Em algum lugar no fundo da minha mente pude ouvir o telefone tocar, estava abafado e distante.
                Tateei com a mão sobre a placa de vidro tirei o telefone do gancho. Ainda de olhos fechados, e ainda debruçado sobre alguma mesa, coloquei o fone no ouvido.
                - Quase me esqueci de avisar... Você tem uma semana para a primeira prestação!
                Reconheci a voz de imediato, abri meus olhos e levantei rápido, do outro lado da linha a mulher já havia desligado.
                Estava confuso, ainda segurava o fone na mão grudado no rosto, tentava entender o que acontecera.
                Percebi então que estava em meu escritório e meu relógio sobre a mesa indicava que eram quase 10h da noite.
                - O que diabos? – Perguntei a mim mesmo e recoloquei o telefone no gancho. Coloquei os cotovelos na mesa e soltei a cabeça sobre minhas mãos.
                - E agora? – Eu tive vontade de chorar, mas ficar esperneando em posição fetal não iria adiantar, foi quando o som de Harry Potter tocou indicando uma mensagem de texto em meu celular, meio trêmulo o segurei e li.
                “ A conta é 65-333-6 do B.ofC., prefiro que não me de em dinheiro vivo.”
                Instintivamente eu sorri e liguei de novo o Desktop. “Será que ela seria tão burra assim?” – Pensei. Coloquei a conta do banco no registro de dados, ela estava em meu nome, ou seja, ela sabia todos os meus dados e documentos, até mesmo meus documentos brasileiros, fiquei boquiaberto... Estaria com tesão se ela não estivesse me chantageando.
                Sentia-me inquieto e perdido, cansado e dolorido, tentei me concentrar em onde doía, puxei minha camisa social para fora da calça e arregacei as mangas para cima.
                O que eu poderia fazer? Ir à polícia? Para denunciar algo sem nenhuma prova? Procurar a embaixada e pedir proteção? Proteção contra o que?
                Peguei meu celular de novo, o número que me mandara a mensagem estava protegido, larguei de novo o aparelho sobre a mesa.
                Que loucura! Plano, preciso de um plano.
                Passei minha mão pela nuca e senti algo pegajoso, levei os dedos ao nariz e constatei que era sangue.
                Eca! Banho, preciso de um banho, isso sim!
                A luz do corredor se acendeu e pude ouvir passos soando pelo chão, foi então que cessaram em frente à minha porta.
                Segurei o ar em meus pulmões, não estava psicologicamente preparado para agüentar uma nova abordagem da gostosa.
                A porta se abriu e quem eu menos esperava entrou, Nicole (a sueca) pareceu tão surpresa quanto eu, quando falei.
                - O que você está fazendo aqui, Nicole?!
                Ela praguejou em sueco, lembrei como ela praguejava na cama.
                - Que puta susto! – Ela acendeu a luz e sua expressão ficou intensa – O que aconteceu com você, Rod?!
                Até então não tivera a oportunidade de me olhar, vi então que minha camisa estava rasgada e tinha uma série de hematomas no braço, puxei a camisa para cima e achei marcas roxas no tórax.             
                Nicole se aproximou com cuidado.
                - O que aconteceu?
                - An... Fui atropelado... – Menti, mas ela acreditou, então continuei. – Estava pensando em você, aí o sinal fechou...
                 - Ain! Assim eu me sinto culpada por roubar seu coração! – Eu ri prar não perder a amizade com benefícios que mantinha com ela. Nicole parecia mais bonita nesse momento, por isso não retruquei e deixei passar.
                - Deixa eu te ajudar! – Ela se aproximou devagar, pegou no meu queixo e levantou minha cabeça com cuidado me analisou. – É... Se nariz não está quebrado, acho que seu rosto voltará quase ao normal quando desinchar.
                - Quase ao normal?
                - É, não fique assim, eu ainda caso com você. - Eu ri novamente sem graça.
                - Vamos, vou te levar para um pronto socorro, se não pode piorar!
                - Não, não... Só quero ir para casa!
                - Deixa disso, vem! – Ela abraçou minha cintura tentando me levantar – Para! Ai!!! – Gritei quando a cadeira arrastou para trás e Nicole me deixou cair no chão.
                - Perdão, meu lindo! Ah meu Odin!!! – Ver aquela mulher de quase 1,80m de altura se abaixando e tentando me ajudar era uma cena quase cômica.
                - Meu Odin? Disse como se zombasse dela.
                - Pois é... Nova fé...
                - Velha fé, não?
                - É...
                - Nunca pensei que você gostasse de histórias sangrentas e incestuosas, Nicole.
                - Gosto de muitas coisas, você já deveria imaginar.
                - Pois é... Concordei com um riso fraco ao lembrar-me das noites da semana passada.
                - Quer ir mesmo para casa?
                - Sim...
                - Então vou cuidar de ti!
                - An, Nicole... – Eu deixei que ela pegasse minhas pastas, minhas coisas e trancasse a porta enquanto eu esperava encostado na parede.
                Ela novamente envolveu minha cintura e tive a impressão de que eu nem precisava fazer força para andar.
                Acho que cochilei porque quando dei por mim já estava sentado no banco da frente do carro.
                Nicole se sentou atrás do volante e colocou sua mão sobre minha coxa. “Como pude me esquecer que ela tinha mãos tão grandes?”. Pensei.
                - Minha casa, ou sua?
                - Nicole... – A mão dela subiu pela minha coxa e eu encontrei um outro hematoma – Não me leve a mal, mas da última vez que você tentou tomar conta de mim, eu terminei algemado no chuveiro...
                - Você adorou!
                - Tava frio, tá legal?
                - Mas a sua dor de cabeça passou, não passou?
                - Fato, mas de brinde recuperei minha tendinite – Cocei o punho direito, ainda tinha a marca da algema – Eu só quero ir para casa.
                - Ta OK então... Ela pareceu meio frustrada, mas seguiu até chegar no prédio, o caminho foi bem quieto, exceto por algumas piadinhas.
Música do dia: Ojos Así – Shakira. Pode parecer meio estranho ouvir uma música tão pouco conhecida de uma artista que tem tudo ONA (coxona, bundona, peitudona...) o renome e o QI que ela tem, mas por mais que seja uma música sem grande conteúdo, ou sem muitos prêmios, é uma música que expressa um pouco da influência dos árabes no mundo ocidental, então acho que é por isso que eu gosto dela. Deem uma olhada/ouvida quando puderem.

Capítulo II - Uma voz feminina e sensual nem sempre é o melhor...

Eu,Júlia.

Capítulo II - O breu da demissão.


Quando as portas se abriram eu andei para fora com um sorriso irônico, elas iam demorar para subir os 26 andares.
- Bom dia! As pessoas diziam enquanto eu seguia pelo corredor, respondia apenas com um aceno de cabeça.
Minha sala estava logo ali à frente, com um semblante e uma energia reconfortante, quando abri a porta senti o cheiro de pinheiros do Paraná, me senti seguro, adentrei a sala, trancando a porta logo em seguida, soltei a pasta na mesa e fui observar a coleção de miniaturas de Porches e Ferraris que ficavam na estante do meio, a maior e mais bonita de todas.
Tirei o paletó e pendurei nas costas da minha cadeira, coloquei a pasta sobre a mesa.
Em teoria meu expediente ainda não tinha começado, mas já haviam mensagens gravadas na secretária eletrônica.
Sentei-me e apertei o botão para ouvir as mensagens, enquanto ligava o meu desktop que só usava para pesquisas, os meus relatórios eram produzidos e salvos no meu VAIO verde amazônico.
-Que mensagens inúteis... Pensei ao ouvir as mulheres desesperadas que me deixavam recados.
“Rodrigo, Andar 32, eles te querem lá.” Foi a última mensagem recebida.
-Eu hein... - Arqueei uma sobrancelha, afinal, o andar 32 era a manutenção do prédio. - Que péssimo lugar para perder o emprego. Coloquei o paletó e segui para o elevador, apertei o botão para o 31, pois o do andar 32 não existia.
- Ótimo, vou ter que subir as escadas para ser demitido.
O elevador freou devagar e a voz feminina indiciou o 31º andar. Saí com o mesmo passo leve e rápido de antes. No final do corredor a grande porta vermelha me esperava, era a única possível.
Coloquei a mão sobre a maçaneta reta e gelada, abri a porta devagar e um vento frio passou pela abertura. Quase engasguei com uma essência amarga que atacou minhas narinas, expulsei o ar devagar e senti minha cabeça rodar, fiquei um pouco nauseado e encostei minha testa na porta de incêndio pesada.
Precisei de um minuto para me sentir bem de novo. Passei pela porta e fui novamente atacado pelo vento gélido. Cruzei meus braços, só havia uma luz, vinda da porta de incêndio que eu acabara de largar, tentei segurá-la, mas não tive tempo, em pânico, me descobri em uma sala escura. Tateei a porta gelada, mas não havia nenhuma maçaneta desse lado.
- Bosta... – Soquei a porta, mas me arrependi, só consegui sentir dor. – Bosta - Repeti.
Algo fez barulho atrás de mim, dei uma volta com rapidez.
-Alguém ai? – Perguntei, minha voz ecoou pelo vazio.
Uma luz puntual acendeu em um plano superior, era a única luz naquele breu, resolvi ir atrás dela, não tinha mais nada o que fazer mesmo.
Comecei a andar com cuidado, com medo de que o chão deixasse de existir, cada passo de cada vez, ouvia meu Armani bater no piso.
Dei três passos, a luz ainda estava distante, tinha que me apressar. Resolvi aumentar o ritmo e me arrependi quase que instantaneamente, pois minha canela bateu na quina de uma superfície.
Cai para frente, coloquei meus braços para frente, descobri outras quinas batendo e, diversas partes do meu corpo e eu caí de joelhos em uma superfície plana.
-Imbecil! É uma escada. Fui subindo devagar, meio constrangido por estar subindo de quatro, mas era o jeito, não queria me estrebuchar. Quando cheguei na luz, me endireitei, bati no terno pata tirar a poeira, minha canela latejava e as mãos ardiam, aquilo estava muito estranho para se apenas uma demissão. Tateei a porta e empurrei a trava de segurança, a luz ofuscou minha visão quando abri a porta, a única coisa que se diferenciava da claridade era um vulto negro e pouco nítido para ser definido.
- Quem é você?
- Olá, Rodrigo. Uma voz feminina e sensual fez com que eu me arrepiasse.

Uma história sem título é sempre a melhor...


Pessoal, desculpem que não postei ultimamente, é que eu tive muitas complicações essa semana, tipo o título de eleitor, alistamento, essas coisas.... Bom, como eu quase havia prometido eu vou colocar o primeiro capítulo da história que estou escrevendo com minha amiga Júlia (vide jvtgisler.blogspot.com). Fica ai com vocês, em fontes diferentes, o que cada um escreveu!
Eu, Júlia.
Capítulo I – Um história sem título é sempre a melhor –HAHA
                É incrível a poluição do ar de Hong Kong... Quando saímos daquele ar puríssimo de Brasília e vamos para um conglomerado de prédios gigantescos, em que as pessoas tem uma tava três vezes maior de incidência de câncer que o resto do mundo, reparamos na diferença, e temos dificuldade de nos ajustarmos, felizmente, eu já me acostumei...
                - Bom Dia! Ouvi uma voz feminina falar.
                - Bom Dia... Respondi com o sorriso habitual.
                - Tudo bem, Rodrigo? O sinal ficou verde para os pedestres, e atravessamos juntos a larga avenida do centro de Hong Kong.
                - Normal, tranqüilo, e você?
                - Tranqüilo? Tá solteiro, é? Ela perguntou com um tom de deboche. Era típico de Yoona fazer isso. Por isso, com uma risada, respondi no mesmo tom.
            - Sempre livre.
            - A história era diferente semana passada... – ela implicou – Você lembra? Preferi não responder para desencorajá-la.           
- Quando você estava com a sueca de pernas grandes falava até em aliança... Continuei em silêncio, sabia que a australiano Mary Ann tinha fama de fofoqueira.
- O que aconteceu, Rodrigo? Ela insistiu.
- Decidimos nos dedicar a carreira. Respondi prontamente, já havia ensaiado essa resposta antes.
- Mas...
De repente, sobre o som dos carros que passavam em alta velocidade ao nosso lado, ouviu-se um toque monofônico desagradável como uma sirene com intensidade estonteante.
“Salvo pelo gongo”, pensei ao vê-la abrir a bolsa e parar na calçada.
Ajeitei o colarinho da minha camisa e meu terno e apressei o passo ansioso para chegar a segurança de meu cubículo.
Quando vi a típica placa que indicava o complexo de prédios me senti aliviado, andei em direção a gigante construção espelhada de arquitetura moderna,  feita apenas para demonstrar o poder do oriente, pó que só começou a ter utilidade agora.
“Bank of China” eu li orgulhoso. Estava preso em pensamentos quando ouvi um barulho de batidas rítmicas no chão, com velocidade e destreza, sem sair do ritmo contínuo.
- Rodrigo, me espera!! Me virei com um sorriso falso muito bem disfarçado.
- Sim Yoona! “Mas que chinesa chata!” Pense sozinho.
- Me conta o que houve com a sueca!
- Nada de mais Yoona, só vamos andar, sim?
- Ah não! Meu gene chinês implica em curiosidade, e como eu sei que você me ama, vou ficar no sue pé o dia todo.
- Argh! Resmunguei, quando vi, por trás dela, Mary Ann correndo de salto. – A Mary ann queria te contar sobre o chinês que ela conheceu.
Yoona, como o esperado, girou como uma mola. Aproveitei para apressar meu passo, aproximei o bolso do meu casaco perto do visor da catraca eletrônica e a luz ficou verde.
Dei uma corrida elegante para alcançar o elevador que fechava as portas, coloquei a pasta entre a fenda e as portas se abriram. Me espremi pela abertura e soquei o botão para fechá-las de novo. As portas estavam quase fechando quando Yoona e Mary Ann apareceram ofegantes.
- Segura Rodrigo! – Berrou Mary Ann.
Acenei debochado e suspirei aliviado quando as portas finalmente fecharam.
Dei uma olhada para trás para ver se tinha algum conhecido no elevador, por sorte não habia ninguém, forcei meu cantonês (um dialeto local).
- Quem entende esses ocidentais?
Alguns presentes riram e outros concordaram em silêncio.
Amanhã tem mais galerë!! A partir daqui a história fica mais legal!